Este blog traz notícias e informações a respeito das necessidades jurídicas da empresa. Direito empresarial, proteção de dados, contratos, relações de consumo, trabalhista e responsabilidade civil serão temas frequentes aqui tratados.
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Studio Fiscal na HSM Management
A Studio Fiscal estará na HSM Management, o maior evento de conhecimento em gestão do Brasil (clique aqui para maiores informações).
O evento ocorre dos dias 5 a 7 de novembro, das 11h às 20h, no Transamérica Expo Center, São Paulo.
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quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Corte de IPI de carro pode ser renovado
Governo quer renovar desconto de imposto porque as vendas de
carros estão em queda e para garantir o melhor resultado do PIB no fim do ano
As quedas nas vendas de carros novos em setembro - de 31,4% em
relação a agosto - e de 10,2% na primeira quinzena de outubro ante igual
período do mês passado podem levar o governo a renovar mais uma vez a redução
do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). A decisão do ministro da
Fazenda, Guido Mantega, só será tomada nos últimos dias do mês, mas a tendência
é de que o benefício, que acaba no dia 31, seja estendido até dezembro para dar
fôlego extra à atividade econômica na reta final de 2012.
Segundo apurou a Agência Estado, a prorrogação da redução do IPI
também pode servir de ponte para a entrada em vigor do novo regime automotivo
em 1.º de janeiro. O modelo prevê redução do imposto para carros mais
econômicos e fabricados com maior uso de peças nacionais.
Na avaliação de fontes do governo, não faria sentido o fim do
incentivo a apenas dois meses do início do regime automotivo, concluído há duas
semanas depois de duras negociações entre o governo e dirigentes do setor
automobilístico.
Uma fonte do governo ressalta que Mantega sempre deixa para o
último momento a decisão sobre a prorrogação depois de analisar dados de
estoque, vendas, preços ao consumidor e emprego. Já houve casos, este ano, em
que o ministro estava decidido a não fazer a prorrogação, mas voltou atrás no
último instante em função da necessidade de estimular a produção industrial e a
atividade econômica.
Fôlego. O ministro ainda não conversou com as montadoras, o que
deve ocorrer nos últimos dias do mês. Dentro do setor já há uma expectativa de
que haverá a extensão do benefício. Os empresários avaliam que o governo não
deixará o segmento perder fôlego e a queda nas vendas será um bom argumento a
ser levado às negociações.
A preocupação do ministro e das empresas é evitar declarações antecipadas
sobre o assunto para não prejudicar o esforço de vendas nos últimos dias de
validade do incentivo fiscal. Uma notícia sobre a prorrogação da queda do IPI
pode levar o consumidor a adiar a compra. Muitas concessionárias usam a data de
término do IPI reduzido como estratégia de marketing para atrair o consumidor.
A queda do IPI entrou em vigor no dia 22 de maio com validade
até 30 de agosto, mas foi renovada por mais dois meses para estimular as
vendas. A medida representou renúncia de arrecadação no período de R$ 800
milhões, segundo cálculos do governo. Como contrapartida, Mantega exigiu a
manutenção dos níveis de emprego e a redução de preços ao consumidor.
A queda do tributo tem sido adotada como política de curto prazo
para socorrer a economia em momentos de fraco crescimento por conta dos efeitos
de crises internacionais. Além de automóveis, estão com IPI reduzido produtos
da linha branca, móveis e luminárias, bens de capital e materiais de
construção.
No caso dos automóveis nacionais, o IPI foi zerado para modelos
1.0 e reduzido à metade para aqueles com motor até 2.0. Somado a um bônus
oferecido pelas montadoras, os preços dos automóveis novos caíram em média 5% a
10%.
Em agosto, quando supostamente o benefício seria suspenso, houve
corrida às lojas e as montadoras registraram venda recorde de 420 mil veículos.
RENATA VERÍSSIMO, ADRIANA FERNANDES/ BRASÍLIA -
O Estado de S.Paulo
Fonte: O Estado de São Paulo
Sebrae retoma agenda para ampliar benefícios do Simples
SÃO PAULO-Após as eleições municipais, as discussões sobre a
ampliação dos setores que podem aderir ao Simples Nacional devem ser retomadas.
A afirmação é do presidente do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas
(Sebrae) Nacional, Luiz Barreto. "Já tivemos avanços nos últimos anos, mas
sempre queremos mais. E em novembro vamos retomar nossa agenda e as discussões
na Frente Parlamentar Mista das Micro e Pequenas Empresas, paralisadas devido
às eleições", disse Barreto ontem, ao divulgar pesquisa inédita sobre o
desempenho de faturamento e ocupação nas micro e pequenas empresas (MPEs).
O presidente do Sebrae comentou que o foco será ampliar a opção
do regime simplificado de tributação para áreas ligadas a serviços, como
corretores de imóveis e seguros, empresas de saúde e jornalistas. "No
Simples Nacional, o pequeno empresário consegue pagar de 50% a 70% menos
imposto - dependendo do segmento do negócio. Esse ambiente legal melhorou muito
a vida dos empreendedores brasileiros", comemora.
Ele também elogiou os avanços em outra categoria de pequenos
negócios, os chamados Microempreendedores Individuais (MEI). "Cerca de
três milhões de pessoas deixaram a informalidade e se tornarem MEI [receita
bruta anual de até R$ 60 mil]. E esses é que têm a melhor expectativa para os
próximos meses. Segundo a pesquisa - feita pela Fundação Instituto de Pesquisas
Econômicas [Fipe] à pedido do Sebrae -, 78% dos MEI preveem faturamento maior
no quarto trimestre", aponta.
Barreto comenta ainda que um exemplo do bom ambiente de negócios
para essa categoria é que desde 2009 até julho deste ano 49 mil empreendedores
individuais saíram dessa faixa e se tornaram microempresa (receita bruta anual
igual ou inferior a R$ 360 mil) e que podem optar pelo Simples Nacional. Além
dessas categorias, existe a empresa de pequeno porte, cuja receita deve ser
maior do que R$ 360 mil e menor do que R$ 3,6 milhões. Somando todas essas
categorias existem 6,8 milhões de pequenos negócios no Brasil.
Expectativa
Para o presidente do Sebrae Nacional, um dos destaques do
levantamento inédito divulgado ontem pela entidade, em São Paulo, é que de um
modo geral sete em cada dez pequenas empresas - em um universo de 5.600
entrevistados - acreditam que irão ampliar o faturamento dos próximos meses.
Neste cenário, o setor mais otimista é o comércio, com 74% projetando aumento.
E por região, o nordeste apresenta a melhor previsão (80% dos entrevistados
aguardam alta do faturamento).
Outro destaque para Barreto foi de que, em setembro, o Índice de
Confiança das MPEs, ao alcançar 122 pontos, bateu o pico comparado aos outros
cinco meses de pesquisa. "E a curva é ascendente. Isto é, a confiança
tende a ter números maiores nos próximos meses do ano", entende.
No entanto, o estudo apontou que apenas 27% dos entrevistados
querem contratar nos próximos três meses. A explicação do Sebrae é que grande
parte desse número é de MEI, que funciona apenas com o dono do estabelecimento.
"Mas a curva também é ascendente neste caso. E os números do Caged
[Cadastro Geral de Empregados e Desempregados] de agosto mostraram que 90% das
vagas formais geradas no mês vieram dos pequenos negócios", ressaltou
Barreto, ao lembrar de levantamento anunciado pelo Ministério do Emprego e
Trabalho que informou a criação de 100.938 postos de trabalho naquele período.
Situação
O presidente do Sebrae afirmou que as pequenas empresas
apresentaram bons resultados mesmo com a desaceleração da atividade econômica.
Mais da metade dos entrevistados manteve ou aumentou seu faturamento de março a
agosto deste ano. Em agosto, a "estabilidade" nisto representava 46%
dos consultados, e de "aumento", 28%.
Com relação aos setores, serviços teve a melhor receita no
oitavo mês de 2012: 28% tiveram expansão, enquanto 50% mantiveram a receita e
22% registraram redução do montante. Por região, destaque para o sul, com
avanço de receita para 32% dos consultados, seguido por nordeste (31%).
Com relação ao emprego, essa última região, assim como o norte
apresentou o maior número de contratações: 8% e 9%, respectivamente. Contudo, o
número que apontaram a estabilidade nas gerações de vagas formais ficou na casa
de 80% em todas as regiões pesquisadas.
A pesquisa apresentada ontem pelo Sebrae vai ser, a partir de
agora, divulgada mensalmente. As entrevistas serão realizadas pela Fipe nas
cinco regiões, abrangendo os 26 estados e o Distrito Federal. A margem de erro
é de dois pontos percentuais no caso dos dados nacionais gerais, 2,5 pontos com
relação aos números setoriais (comércio, serviços, indústria e construção).
Fernanda Bompan
Fonte: DCI
União regula contribuição sobre receita bruta de alguns segmentos
O governo federal regulamentou a incidência da contribuição
previdenciária sobre a receita bruta de empresas dos setores hoteleiro, de
tecnologia da informação e de transporte de carga e passageiros, além de
algumas atividades industriais. A cobrança foi instituída pela Lei nº 12.546, de
dezembro de 2011, em substituição à contribuição de 20% sobre a folha de
pagamentos.
A regulamentação está no Decreto nº 7.828, publicado na edição
de ontem do Diário Oficial da União. A norma determina períodos de incidência
da contribuição previdenciária, modo de cálculo e alíquotas.
Agora está expresso que a nova forma de recolhimento, para as
atividades listadas no decreto, é obrigatória, e não facultativa. Algumas
empresas cogitam discutir a questão na Justiça porque a cobrança acabou por
onerá-las.
Segundo a advogada Carolina Sayuri Nagai, do escritório
Diamantino Advogados, a carga tributária deve crescer para as empresas que
precisam fazer o cálculo proporcional - por terem atividades que devem se
submeter à nova contribuição e outras que continuarão a ser tributados pela
folha de pagamentos. "Se a folha de salários for grande e a produção
também, ela deverá pagar um valor maior", diz.
As empresas tributadas exclusivamente pelo faturamento bruto,
porém, terão uma vantagem: quando não auferirem receita, não precisarão
recolher a contribuição previdenciária sobre a folha, nem o Seguro de Acidente
do Trabalho (SAT).
Para as empresas com atividades mistas, a situação é diferente.
"Nos meses em que não auferirem receitas de atividades desoneradas,
deverão recolher a contribuição de 20% sobre o total da folha de
pagamentos", afirma o advogado Breno Ferreira Martins Vasconcelos, do
Falavigna, Mannrich, Senra e Vasconcelos Advogados. Nos meses em que apenas
obtiverem receitas de atividades desoneradas, deverão recolher a contribuição
sobre a receita bruta, não sendo aplicada a proporcionalidade.
Também está claro que as empresas alcançadas pelo decreto
continuam sujeitas ao cumprimento das demais obrigações previdenciárias. Além
disso, no caso daquelas que se dediquem a outras atividades, sobre as quais
continua a incidência de 20% sobre a folha de pagamentos, o cálculo da
contribuição também foi esclarecido pela norma. Algumas soluções de consulta da
Receita Federal já haviam indicado a forma de cálculo.
Poderão ser excluídos da base de cálculo da contribuição: a
receita bruta de exportações; as vendas canceladas e os descontos
incondicionais concedidos; o IPI, quando incluído na receita bruta; e o ICMS,
quando cobrado pelo vendedor dos bens ou prestador dos serviços na condição de
substituto tributário. A contribuição deverá ser apurada e paga de forma
centralizada pela matriz de cada companhia.
Por Laura Ignacio | De São Paulo
Fonte: Valor Economico
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Jucá defende 'grande renegociação' das dívidas de prefeituras com o INSS
Em pronunciamento nesta terça-feira (16), o senador Romero Jucá
(PMDB-RR) defendeu “uma grande renegociação” das dívidas de estados e
municípios com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
O senador explicou que as desonerações promovidas pelo governo
nos últimos anos e o esfriamento da economia levaram à diminuição das
arrecadações dos Fundos de Participação dos Municípios (FPM) e dos Estados
(FPE).
Para os estados e municípios que dependem sobremaneira dessa
arrecadação, a situação tem ficado extremamente difícil – pontuou.
Jucá conclamou todos os integrantes do PMDB a apoiar uma grande
renegociação das dívidas dos entes federativos junto ao INSS, que são abatidas
diretamente dos recursos do FPM.
De acordo com Jucá, muitos municípios já renegociaram dívidas
com a Receita Federal, mas as parcelas são fixas, o que prejudica as
prefeituras quando a arrecadação cai. O senador propõe que o valor das parcelas
seja proporcional à receita de cada ente.
Estamos propondo que o governo reabra um prazo de negociação com
os municípios e com os estados mais afetados por conta da queda da arrecadação
e que, nesse parcelamento, a parcela seja proporcional à receita. Que seja um
percentual da receita, e não um valor fixo. Porque os valores fixos, com a
queda da arrecadação, ganham uma dimensão maior, perante a condição de despesa
dessas prefeituras – resumiu.
Jucá pediu compreensão e apoio da presidente da República, Dilma
Rousseff, e dos ministros da Previdência Social, Garibaldi Alves Filho, e da
Fazenda, Guido Mantega, para a solução do problema. O senador disse ser
essencial que os novos prefeitos que assumem em 2013 possam encontrar
prefeituras adimplentes.
Da Redação
Fonte: Agência Senado
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Vendi um apartamento e vou comprar outro. O que faço com o IR?
Jornalista Sophia Camargo explica o que deve ser feito nessa
situação
O internauta Carlos possui uma casa de praia no Rio de Janeiro
no valor de R$ 200 mil que não tem registro, mas foi declarada no Imposto de
Renda. Ele acabou de vender um apartamento de R$ 237 mil que foi comprado em
2009 por R$ 125 mil, porém está comprando um apartamento de R$ 280 mil, dos
quais R$ 40 mil já foram pagos. Ele pergunta à blogueira do R7 Sophia
Camargo se é preciso pagar algum valor ao IR, pois agora pretende aplicar o
dinheiro em CDB.
Sophia apurou que o internauta deverá preencher o programa de
Ganho de Capital para verificar se tem direito a alguma isenção relativa a esse
imposto em cada uma das operações efetuadas. O próprio programa apura se a
pessoa tem direito à isenção total ou parcial do imposto, apura o imposto a
pagar e emite o DARF (guia para recolhimento do imposto). É possível baixar
este programa no site da Receita Federal. Quando for fazer a declaração do IR,
terá de informar todas estas operações, incluindo a aplicação em CDB.
Fonte: R7
Os países que mais cobram impostos das empresas
Brasil fica em quarto lugar no ranking elaborado pela KPMG
International; Índia é o país com menos tributos
Impostos em alta
São Paulo – Um ranking elaborado pela KPMG International mostrou
que o Brasil é o quarto país entre as principais economias mundiais que mais
cobram impostos de suas empresas. Para elaborar o ranking, a consultoria
utilizou um indicador batizado de TTI, ou Total Tax Index (algo como índice
total de tributos).
O estudo “Alternativas Competitivas de 2012, relatório especial:
foco nos tributos” avaliou taxas sobre lucros, custos trabalhistas e outros
tributos. A medição, feita para 14 países, utilizou como base os tributos nos
Estados Unidos (100%) e mostrou, percentualmente, quanto os países cobram de
suas empresas em relação aos impostos americanos. O Brasil marcou 142,6% nessa
escala, ou seja, 42,6 pontos percentuais a mais que os Estados Unidos.
1) França
TTI: 179,7%
Em meio a uma série de dificuldades econômicas e mudanças no
sistema tributário, a França subiu entre os países que mais cobram tributos,
especialmente por uma folha de pagamentos mais pesada, apontou o estudo.
2) Itália
TTI: 152,9%
A pontuação do país aumentou 23,3 pontos entre a última
pesquisa, realizada em 2010, e o estudo deste ano. Parte disso aconteceu porque
a Itália aplicou em 2010 incentivos tributários para novos negócios, medida que
já venceu.
3) Japão
TTI: 152,3%
A análise da KPMG apontou que o Japão lançou um grande esforço
para reduzir os impostos sobre lucros entre 2012 e 2015. Essas medidas, porém,
acabaram sendo anuladas pela apreciação da moeda japonesa nos últimos dois
anos, que aumenta o custo em dólares de outras taxas no Japão, e por um aumento
modesto nos custos trabalhistas.
4) Brasil
TTI: 142,6%
A KPMG chamou atenção para o fato de que o Brasil cobra de suas
empresas mais impostos do que outras economias de alto crescimento econômico,
como a Rússia, China, Índia e México. Roberto Haddad, sócio da área de Tributos
Internacionais da KPMG no Brasil, comenta que o resultado sinaliza que a alta
carga tributária é um dos principais componentes na composição do custo Brasil.
Outro destaque sobre o país é que o Brasil não permite dedução
total dos impostos de gastos com Pesquisa e Desenvolvimento. Algumas empresas
que investem nessa categoria podem deduzir até 80% de seus custos com estudos e
inovação, mas mesmo nesses casos, ainda sobra uma margem de 20% não dedutíveis,
o que aumenta a carga total de impostos.
5) Austrália
TTI: 125,1%
O país registrou o maior aumento entre os países pesquisados,
com adição de 44,3 pontos entre o resultado de 2010 e deste ano. Além de uma
apreciação da moeda australiana (que aumenta o custo em dólares dos tributos),
o país fez mudanças em uma lei de incentivo para pesquisa e desenvolvimento
implementada em 2011.
6) Alemanha
122%
O país reduziu um pouco sua pontuação. Na última pesquisa da
KPMG, a Alemanha marcou 124,1% de TTI em relação ao país-base do estudo.
7) Estados Unidos
TTI: 100%
O país tem a taxa de referência para o ranking. Assim, sua
posição muda ao longo dos anos de acordo com os dados dos outros países. A
pesquisa apontou que nos Estados Unidos a diferença entre a cidade que mais
cobra impostos (São Francisco) para a que menos cobra (Cincinnati) é de 25,8
pontos.
8) Países Baixos
TTI: 77,2%
Embora esteja na lista dos 10 mais, o país cobra menos tributos
do que os Estados Unidos, país que nivela a pesquisa. Com um sistema de
cobrança bem centralizado, a diferença de carga de impostos entre a cidade que
mais cobra e a que menos cobra é pequena, de apenas 0,5 ponto.
9) Reino Unido
TTI: 73,3%
A carga de tributos cobrada no país diminuiu 14,8 pontos entre a
última pesquisa e a mais recente, maior queda entre os países pesquisados. A
variação é efeito, principalmente, de mudanças de regra para uma menor cobrança
de impostos sobre lucros das empresas. As regras já reduziram em 2% esses
encargos e devem promover uma nova redução de 3% até 2014.
10) Rússia
TTI: 71,7%
Assim como Índia, China e Brasil, a Rússia entrou no estudo
neste ano e não há assim comparação com a pesquisa anterior. Além dos países do
ranking, Índia, Canadá, China e México também foram pesquisados e são os quatro
países da ponta contrária, que menos cobram impostos de suas empresas.
Lilian Sobral, de Exame
Fonte: Exame.com
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